Pular para o conteúdo principal

Um raio infinito de dispersão

Aquele olhar firme e contundente encontra-se perdido entre sonhos e canções
imagens e lembranças
emoções
num raio infinito de dispersão
tateando o intocável
buscando nas ruínas o que é paupável
tentando não consumir-se com o que é inatingível.

Comentários

  1. Olhar esse que mesmo perdido
    atravessou fronteiras
    e me encontrou, encantou.
    não em ruínas, mas num deserto.
    criou raizes e agora dele estou
    completamente dependente, carente.

    ResponderExcluir
  2. Gostei da declaração que o moço ai de cima te fez...Parabéns, és amada!


    Beijos e lindos sonhos.

    ResponderExcluir
  3. eu gosto muitoo dos teus textos !

    beijo, queridaa :)

    ResponderExcluir
  4. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  5. Ah! Que bacana! Chego a evitar ler coisas tão profundas... Tenho medo que me toquem o amago... É tarde Kenia... Tu já me tocou!

    Um abraço!

    ResponderExcluir
  6. é LINDO..
    um rebuliço de almas,como diria Lispector..isto eu és,neste momento!!!
    O MEU BLOG fui mexer e perdi o layot,mas depois arrumarei...
    Esqueci,pois troquei o nome,o texto está como a estanha VIDA DE JÚLIA,como moro em uma cidade pequena,cuido algumas histórias que podem,ou não ser verdadeiras.
    Muitas podem ser criação,ficcional,gosto de criar histórias,mas faço puoco isto.
    Está bem na primeira página!!!
    TEM UM VÍDEO,UM TEXTO,depois este.
    beijos linda.
    Depois volto com calma.
    Tens estilo!!!Gosto de estilo em tudo na vida.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Se ao me ler, um impulso te trouxer algo à mente ou ao coração, escreva...

Postagens mais visitadas deste blog

Para renascer é preciso morrer!

É exatamente assim, no começo parece que te falta o ar, que algo espreme teu peito sem cessar e derrama o sumo dessa compressão nos teus olhos, compulsivamente.
Os primeiros dias passam e nada colore tua existência, só habita em ti a neblina das lembranças cinzentas, daquilo que ainda te fere...e estão em tudo que tu tentas fazer, repetindo-se como um velho vinil riscado, fazendo ondas gigantes em tua mente...das mentiras que te foram contadas, das verdades omitidas, das peças que se encaixam, da dissimulação ardil, das atitudes tão ínfimas quanto rasteiras e do presente se encontrando com as mesmas dores do passado.
É a desconstrução do que tu acreditavas, ou achava que ainda cria. É o fim da tua luta, que por mais que parecesse perdida, havia dias em que alguns sinais diziam que a guerra valeria a pena. Mas não valeu! Lutar pelo quê agora? E o mundo parece partir ao meio, mas tu não estais nem de um lado e nem do outro. Estais sem segurança, sem direção, neste abismo que se abriu a …

Nem tudo vale a pena...

Vida que segue, histórias que findam... para que outras comecem.
Erros e caminhos que não podem ser refeitos.
Lamentar já não serve, porque o que passou nos escapou e o que fica de concreto são somente as lições, marcadas a ferro e fogo, nada poderá tirá-las de nós... pessoas e situações se vão, mas as aprendizagens ficam... e que bom que é assim!
Todos temos na vida momentos ou fases que desejaríamos não ter vivido, ou não mais lembrar, mas são exatamente estes que ficam se repetindo em nossas mentes a ponto de dizer-nos ao pé do ouvido: logo tu, tão seguro (a), esperto (a) e cheio (a) de si, viveste isto?
É, a racionalidade nem sempre nos é companheira e por vezes abandona até o mais perspicaz dos mortais. Importante mesmo é que ela não se vá para sempre e que o amor próprio continue reinando absoluto sobre todas as paixões terrenas.
Havia dentro de mim uma convicção imensa de que esse meu jeito de viver impulsivamente, respeitando todos os desejos e fazendo sempre o que o coração …

Um rascunho perdido de amor

Em alguns dias esse amor, que já mora em mim faz tempo, chega assim súbito, como brisa no rosto em um dia de calor...e é tão bom sentir. Nessa hora até parece que ele é novo, amor menino, ainda contaminado pela veemência da paixão.





[Um texto iniciado em 07/03/13...resolvi não complementá-lo, pois cada emoção deve manter a essência do seu tempo.]